Emprego: Apenas Uma Em Cada Quatro Empresas De Forma A Seus Empregados Em Competências Digitais

Emprego: Apenas Uma Em Cada Quatro Empresas De Forma A Seus Empregados Em Competências Digitais

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A falta de habilidades digitais é uma das “sombras” do mundo de nos dias de hoje. Esta carência tem seu impacto em questões como a eliminação, a diferença e a pobreza. Assim o põe de relevo o estudo Tecnologia com Finalidade, publicado esta terça-feira o Observatório Empresarial contra a Pobreza (IEP).

ao todo, em grandes empresas, formar os trabalhadores em competências digitais ainda não parece ser uma prioridade: 77% não o faz. Por outro lado, o estudo incide, em que a tecnologia dá pras corporações outras experctativas de gerar impacto social, e também negócio.

A quarta revolução industrial, uma maneira ainda mais comum de definir os processos de transformação digital e automação que afetam a nação e a economia, começa a gerar um enorme impacto no universo do serviço. Só em Portugal, um 21,7% dos empregos está em risco de automação e outro 30,2% pode sofrer uma transformação profunda na revolução tecnológica, segundo assinalou este ano, a Organização pra Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). A era digital poderá destruir empregos, entretanto bem como gerar algumas oportunidades.

O Fórum Econômico Mundial, previu no ano anterior, que em 2022, contra os 75 milhões de postos de trabalho que poderiam ter acabado em todo o mundo, é possível construir outros 133 milhões. Ao recordar estes números, o relatório Tecnologia com Finalidade coloca em evidência a indispensabilidade de que os trabalhadores estejam envolvidos numa dinâmica de “aprendizagem permanente” para poder readaptada mais rápido as “execuções de alteração” do universo do trabalho. Mas a formação dos colaboradores em tópicos digitais ainda está longínquo de ser comum. O estudo adverte, informando detalhes da OCDE, em que Portugal participa de um programa formativo 32% dos trabalhadores por conta própria, 45% para os temporários e 56% dos empregados indefinidos e a tempo inteiro.

E diz que as corporações que lideram a automação “conseguem ajudar a atenuar as reflexões negativas” se investem em “programas e oportunidades pra fazer novas competências”. O relatório cita, como exemplo de vigor para dar aos trabalhadores mais probabilidades de acesso a novos cargos, o programa New Colar da IBM.

  1. Uma enciclopédia costuma ter incontáveis autores, podendo aparecer a dezenas e centenas
  2. Especialista de sistemas
  3. Painel de definições
  4. quatro Software de simulação
  5. dois O microprocessador e a redução nos custos
  6. Capacidade de ser suspensas no ar a começar por levitação magnética
  7. Cadeia de valor da indústria

A ideia da corporação é que as pessoas interessadas possam participar de programas de formação em estabelecidas habilidades e adquirir certificações que comprovem que os têm, a despeito de não possuam um título específico. Os cursos incluem uma fração online. Com essas credenciais, mantém o estudo, pessoas antes excluídas de certos mercados de serviço “já têm mais oportunidades” de aceder a eles.

As competências digitais necessárias pra trabalhar não são o único argumento sobre o que incide o estudo. De acordo com os dados que recolhe, a revolução digital gera um encontro que se reflete na imagem de diferentes tipos de diferença, o que faz com que os desafios que ainda estão por trazer sejam muitos.