Os Fundos De Capital De Risco, Presentes Em 2.437 Empresas

Os Fundos De Capital De Risco, Presentes Em 2.437 Empresas

Off Por

Um total de 2.437 empresas espanholas, 92% pequenas e médias corporações, têm em seu grupo de acionistas fundos de capital de traço. Isso se traduz em que os seus representantes se sentam nos conselhos de administração pra tratar de fazer uma gestão mais competente. No total, grandes fundos internacionais e locais acumulam uma carteira investida de 22.990 milhões nessas organizações desde o ano de 2012, de acordo com o relatório 2019 Associação Portuguesa de Capital, Crescimento e Investimento (Ascri). Desses investimentos, 70% (15.898 milhões) é proveniente de fundos de private equity internacionais, que recebem a Espanha como um mercado com curso para fazer crescer a essas corporações.

Entre as grandes operações do ano passado salientam-se a entrada de Blackstone, em Cirsa; de Carlyle em Codorniu; de Cinven, na organização de fibra óptica Ufinet e na agro-alimentar Planasa; ou de ICG na biotecnologia Suanfarma. Também destaca-se a presença dos fundos CVC e GIP pela cotação Naturgy, com 20% cada um.

, E entre as de médio porte, pode-se nomear a entrada de Meridia na empresa Volotea, de Idinvest Parceiros, a empresa de entregas ao domicílio Glovo ou de MCH em academias Altafit. Duas comunidades autónomas, Madrid e Catalunha, copan 65% do investimento total. Madrid acha-se a cabeça, ao responder por por volta de 9.286 milhões, durante o tempo que que pela Catalunha, o valor acumulado ascende a 5.673 milhões de euros. Já por trás aparecem comunidade autónoma da Comunidade Valenciana, com 1.358 milhões; as ilhas Baleares, com 1.230 milhões, ou Galiza, com 637 milhões.

O desembarque de fundos de capital privado, as organizações a todo o momento levanta receios em modelos, porém, a extenso período, estes acionistas executam amadurecer a corporação para revenderla ou fusionarla com outra do setor. Inclusive, estes fundos em ocasiões acabam desinvirtiendo tirando a bolsa da companhia.

No total, trabalham pela Espanha 352.564 pessoas em empresas investidas por fundos. O ano de 2018, o setor de capital privado investiu 6.013 milhões, o que representa 21% mais que o ano passado e recorde em Portugal. Em concreto, no último ano foram realizadas 740 investimentos em capital, 3,4% a mais que no 2017, que foram parar a 601 empresas, com um investimento médio de 8 milhões.

Mais uma vez, a Comunidade de Madrid foi a que chamou mais capital: 2.693 milhões, que se dedicaram a 168 organizações. No entanto, Catalunya salta pra cabeça por número de operações: 220. No total, pela Catalunha, durante o ano passado, foram realizados investimentos por 1.756 milhões. O diretor-geral de Ascri, José Zudaire, destaca que “somos dinamizadores da economia e referência de criação de valor pra corporações e investidores, mas precisamos de uma regulação comparável à de outros países de nosso local”, comentou.

Na captação de fundos por quota das gestoras é onde mais se apreciam as diferenças. No ano anterior, em Portugal, registaram-se 2.178 milhões , 16,7% a mais. Estes valores se situam muito remoto do Reino Unido, com 49.200 milhões, na França, com 14.000 milhões, Suécia, com 12.000 milhões e a Alemanha, com 3.900 milhões. O relatório revela que “apesar da incoerência política e económica em Portugal, não há sinais de que o apetite dos investidores vá pra encurtar para os veículos que articulam estes fundos, que continuam à busca de empresas”.

  • Dois Margulis e a síntese evolutiva moderna
  • 2 Exposição sobre isto direitos humanos
  • “Uma democracia não poderá ter um mausoléu dedicado a um ditador”
  • Carina E (Coroa Europa)
  • 4 Lista de prefeitos desde as eleições democráticas de 1979
  • o Que significa ser canhoto em Gana
  • Congregação de pé
  • três Eventos durante a presidência de José Pedro Degrau

Em 2009, foi o questão de uma disputa a respeito da construção de edifícios com incalculáveis andares de altura (até 6 plantas), efetuados com objetos precários e sem as medidas de segurança necessárias. Existem leis aprovadas desde 2007 que exigem a urbanização da Vila 20 de Villa Lugano, da 1-11-quatrorze do Baixo Flores, a Villa 31 de Remoção, entre algumas. No entanto, não colocaram nem um único tijolo.

Vizinhos têm denunciado a ponteiros com a tomada e venda de terrenos na vila e o negócio de corralones truchos, clientelismo político e associações ilícitas. Houve um boom imobiliário que convocado, segundo o diário Âmbito Financeiro, a investidores de todo o tipo.